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Dicas da Nonna

Essas são as 10 comidas típicas de Nápoles que não podem ficar de fora do seu roteiro

6 de outubro de 2026

Por Galbani

Essas são as 10 comidas típicas de Nápoles que não podem ficar de fora do seu roteiro

Tem cidade que a gente conhece pelos monumentos. Nápoles, definitivamente, também precisa ser descoberta pela mesa. A capital da Campânia tem uma identidade gastronômica tão forte que muitas de suas especialidades atravessaram as fronteiras da Itália – e algumas se transformaram em símbolos da culinária italiana no mundo.

Só que limitar Nápoles à pizza seria quase uma ofensa. Massas cozidas lentamente, frituras servidas em cones de papel e doces que pedem uma parada na confeitaria fazem parte de um roteiro gastronômico completo pela cidade. O portal oficial de turismo da Itália destaca justamente a pizza, os fritos, o ragù e a sfogliatella entre os sabores mais característicos da cozinha napolitana.

1. Pizza napolitana

Começar pela pizza é inevitável. Nápoles é considerada o berço desse clássico, e a arte do pizzaiolo napolitano foi reconhecida pela Unesco como patrimônio cultural imaterial. Entre as versões mais tradicionais estão a Margherita, com tomate, mozzarella e manjericão, e a Marinara, mais simples, com tomate, alho, orégano e azeite.

Para trazer a inspiração napolitana para a cozinha de casa, sem confundir a adaptação com a receita tradicional, o Queijo Mozzarella Fatiado Galbani é uma alternativa prática para pizzas caseiras: tem sabor suave, fatias soltinhas e ponto de derretimento indicado para gratinar.

2. Pizza fritta

Se assada já é boa, os napolitanos também encontraram um jeito de colocar a pizza no óleo quente. A pizza fritta é outro clássico das ruas da cidade: a massa é fechada sobre o recheio e frita até ganhar uma casquinha dourada. Entre os recheios tradicionais aparecem tomate, ricota, provola e embutidos.

É aquele tipo de comida que faz sentido comer andando pelo centro histórico, ainda quente e embrulhada para viagem. Nápoles também tem a famosa pizza a portafoglio, dobrada para caber nas mãos – uma lembrança de que por ali pizza não é apenas refeição, mas parte da própria vida nas ruas.

Leia também: Não é só massa: veja os detalhes que tornam a culinária italiana tão especial

3. Cuoppo fritto

O nome vem justamente da embalagem: o cuoppo é um cone de papel recheado de pequenas frituras. Dependendo do lugar, pode trazer croquetes de batata, mini arancini, polenta frita, zeppoline salgadas, flores de abóbora empanadas e frittatine de massa. Também existem versões com peixe e frutos do mar.

Mais do que pedir um prato específico, aqui a graça está em experimentar um pouco de tudo. É provavelmente uma das melhores escolhas para quem quer entender, em poucas mordidas, por que a fritura ocupa um espaço tão importante no repertório gastronômico napolitano.

4. Frittatina di pasta

Pasta do almoço virou sobra? Em Nápoles, isso nunca significou desperdício. A tradição da frittata di maccheroni nasceu justamente do aproveitamento da massa, que era misturada a ovos e queijo e depois frita. Com o tempo, surgiram variações mais recheadas e a versão pequena de rua, a frittatina.

Ela costuma levar massa – muitas vezes bucatini ou spaghetti – combinada com ingredientes como bechamel, ervilhas, carne e queijo, antes de receber uma camada de massa e ir para a fritura. É praticamente o encontro entre duas paixões locais: massa e comida frita.

5. Pasta e patate

Pasta com batata pode soar como carboidrato demais para quem olha de fora. Em Nápoles, é comida de conforto. A pasta e patate, ou pasta e patane, nasceu como um prato simples, feito com ingredientes acessíveis e frequentemente preparado com pasta mista, mistura de diferentes formatos que ajudava a aproveitar tudo o que havia na despensa.

Existem versões mais caldosas e outras tão cremosas que quase não sobra líquido no prato. Também há preparos levados ao forno com queijo. Para uma versão inspirada feita em casa, queijos de perfil mais intenso podem entrar na finalização: o Queijo Parmesão Fracionado Galbani tem sabor salgado e levemente amanteigado e textura crocante; o Parmigiano Reggiano Galbani tem notas frutadas e sabor intenso; e o Grana Padano Galbani apresenta sabor delicado e levemente adocicado.

Saiba mais: Massas longas x massas curtas: entenda as diferenças e indicações para pratos

6. Ragù napoletano

Esqueça a ideia de molho preparado correndo meia hora antes do almoço. O ragù napoletano é uma receita que pede tempo: carnes e molho de tomate cozinham lentamente por horas, até que os sabores fiquem concentrados. Na mesa napolitana, o preparo é especialmente associado ao almoço de domingo.

A massa recebe o molho, enquanto a carne pode aparecer separadamente como outro momento da refeição. É uma daquelas receitas que explicam bem por que o molho de tomate ocupa um lugar tão importante na cozinha italiana: não funciona apenas como acompanhamento, mas como parte central do prato.

7. Genovese napoletana

O nome engana até quem já conhece um pouco da gastronomia italiana: a Genovese é profundamente ligada a Nápoles. Trata-se de um molho de cozimento longo preparado principalmente com muita cebola e carne, tradicionalmente servido com massas como ziti ou rigatoni.

A explicação para o nome não é totalmente consensual, mas uma das histórias associa o prato à presença de comerciantes genoveses no porto napolitano séculos atrás. Seja qual for a origem exata, hoje pedir uma Genovese em Nápoles não deixa dúvidas sobre qual cidade está no prato.

8. Salsiccia e friarielli

Poucos pares são tão napolitanos quanto linguiça e friarielli. A combinação reúne a carne suína com uma verdura de sabor característico, geralmente refogada, e aparece tanto como prato quanto em recheios de sanduíches e pizzas. O próprio portal oficial de turismo italiano coloca a dupla entre as receitas típicas da cidade.

Em casa, dá para aproveitar a ideia do sanduíche italiano fazendo uma interpretação própria. O Queijo Colonial Italiano Galbani não faz parte da combinação napolitana tradicional, mas pode entrar numa versão inspirada: ele tem sabor suave, leve acidez e toque amanteigado e é indicado para lanches e receitas do dia a dia.

9. Sfogliatella

Depois de tanto salgado, Nápoles ainda tem argumentos fortes para fazer você entrar em uma confeitaria. A sfogliatella é um dos principais. A versão riccia tem várias camadas finas e crocantes; já a frolla leva uma massa mais lisa e macia. Por dentro, a tradição reúne ingredientes como ricota, sêmola e frutas cristalizadas.

A dúvida entre riccia ou frolla é daquelas que se resolvem do melhor jeito possível: experimentando as duas. Se o roteiro começar cedo, ela também é uma boa candidata para acompanhar o primeiro café do dia.

10. Babà

O babà encerra a lista com uma sobremesa que Nápoles adotou como se sempre tivesse pertencido à cidade. Trata-se de um bolo pequeno, de massa macia e aerada, tradicionalmente embebido em uma calda com rum. Ele aparece nas vitrines das confeitarias praticamente ao lado da sfogliatella.

Pequeno no tamanho, mas nada tímido no sabor, é uma boa escolha para fechar um roteiro gastronômico que começa na pizza, passa por massas e frituras e termina com açúcar – como toda viagem pela Itália deveria ser encerrada.

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